A minha incansável luta, pela ponte na Baía de Guaratuba, MAS SEM PEDÁGIO.


Uma obra que não vai trazer benefícios apenas pra cidade de Guaratuba, mas para todo o Litoral do Paraná.

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Ponte de Guaratuba ou Ponte da Vitória

           Inaugurada em 1º de maio de 2026, uma data muito importante, pois os trabalhadores terão agora dois motivos para comemorar o Dia do Trabalho: o seu dia e a grande conquista da Ponte de Guaratuba.

           Mas por que "Ponte da Vitória" e não "Ponte de Guaratuba"? A explicação é simples e puramente política — a velha política suja que tenta apagar da história as lutas sociais, as lideranças e os protestos. As regras dessa tática de apagamento são previsíveis; vamos conhecê-las:

           Rotulação semântica: o Estado adota um vocabulário oficial que transforma ativistas e manifestantes em "baderneiros", "terroristas" e "subversivos". O objetivo é garantir que, se o movimento for lembrado, seja imediatamente associado à ameaça e ao crime, e não a uma causa social legítima. Isso ocorreu, por exemplo, no dia 7 de setembro de 2013, quando as lideranças foram ameaçadas e processadas por integrarem os movimentos sociais.

           Asfixia e manipulação midiática: pagar para a imprensa manipular e alterar fatos, omitir nomes e acontecimentos ligados às lideranças ou simplesmente desmerecer suas atitudes.

           Destruição de marcos de memória: ignorar a história real e incentivar a imprensa a não a divulgar.

           Imposição de um novo nome: consolidar um nome desvinculado da luta popular para evitar que haja registro na história. Foi por isso que o nome "Ponte de Guaratuba" foi ignorado e o governo optou por "Ponte da Vitória".

           Com o passar do tempo, o nome "Ponte da Vitória" vai ocupando seu lugar e, assim, os movimentos sociais e suas lideranças cairão no esquecimento, sendo apagados da história.

           Por isso, quando falarem em "Ponte da Vitória", procure lembrar e contar o fato de que a ponte foi uma conquista da luta de toda uma sociedade, de toda uma cidade. Para aqueles que lutaram e fizeram a diferença, o nome sempre será "Ponte de Guaratuba". Simples assim.

Guaratuba, 20 de setembro de 2026

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Ponte Travessia de Guaratuba

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Ponte de Guaratuba, a grande conquista de 2026

 

           2026 será um grande ano para o nosso litoral, a ponte não é apenas integração, mas sim desenvolvimento, e essa conquista não pertence a um político ou grupo de políticos, mas sim a toda a população, que de uma forma ou de outra protestou, reclamou e não aceitou calado o descaso para uma simples travessia de 900 metros.

           A ponte na baía de Guaratuba é a prova viva que quando a população se une, as coisas acontecem, afinal, foram muitas as manifestações de insatisfação, protestos e luta.

           Se os políticos atuais, quisessem de fato a ponte, não teriam ameaçado, processado e multado as lideranças que deram voz e incentivaram as manifestações de insatisfação e exigindo a construção da ponte.

           Essa conquista é de Guaratuba, Matinhos, Pontal do Paraná, Paranaguá, Morretes, Antonina, Guaraqueçaba, enfim, de todos os paranaenses, pois os benefícios dessa conquista serão colhidos por todos nós.

           É preciso fazer um alerta e manter vigilância, pois a cobrança de pedágio em nosso litoral pode se tornar uma realidade, como se já não bastasse o preço absurdo do pedágio da 277 existe a possibilidade de outro pedágio ligando o Paraná a Santa Catarina, como já ocorre na divisa do estado do Paraná com São Paulo, onde os pedágios se localizam em menos de 10 km um do outro, entre as cidades Sertanópolis no Paraná e Florinda em São Paulo, manteremos alerta e vigilante, pois é inaceitável a cobrança de pedágio com a imensa carga tributária que já pagamos.

           Essa grande conquista que é a Ponte de Guaratuba é apenas o começo de muitas outras e vamos comemorar juntos essa vitória.

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Maior protesto em favor da Ponte de Guaratuba

 

           O dia 7 de setembro de 2013 foi muito além da Independência do Brasil; ficou marcado também pelo maior protesto em favor da ponte na baía de Guaratuba.

           Reunindo milhares de pessoas no local da travessia, a população protestou e exigiu a construção da ponte. Tudo isso aconteceu graças à união dos movimentos: Ponte Urgente, Ponte de Guaratuba JÁ e Ponte Travessia de Guaratuba.

           O que eram apenas ameaças se concretizou: as lideranças foram processadas, multadas e intimidadas, fazendo com que o movimento perdesse força. Mas, mesmo ameaçado e processado, Alex Fatel seguiu com os protestos e manifestações até a grande conquista. No dia 1º de maio de 2026, a ponte deixava de ser um sonho e se tornava realidade; a luta valeu a pena.

           Que nunca apaguemos da história o esforço daqueles que lutaram e fizeram a diferença em prol do desenvolvimento da cidade e da valorização da sociedade. Que Guaratuba não celebre apenas a Independência, mas celebre também a união, a força e o desejo de continuar crescendo e prosperando.

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Ponte Travessia de Guaratuba

 

           O movimento Ponte Travessia de Guaratuba, liderado por Alex Fatel, surge com a missão de expandir a causa em prol da ponte para todo o estado do Paraná.

           As mobilizações a favor da obra não ficaram restritas a Guaratuba; alcançaram todo o litoral, a Capital e o interior. Hoje, a causa ganha força e já conta com três movimentos sociais articulados.

           Diante desse fortalecimento, políticos contrários ao projeto passaram a ameaçar as lideranças. Afinal, como diz o ditado: 'A coragem não tolera meias-medidas: não se domina a serpente pela cauda, mas pela cabeça'. O objetivo dessas intimidações é evidente: enfraquecer os líderes para desarticular a mobilização popular, inicia as ameaças as lideranças.

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Ponte de Guaratuba JÁ

 

           No dia 08 de dezembro de 2012, reuniu-se em Guaratuba um grupo de empresários, políticos e membros da imprensa com o objetivo de fortalecer a luta pela ponte na baía de Guaratuba. Marcaram presença nomes como Saintclair Leite Neto, Dr. Ruy C. Macedo, Algaci Túlio, Alex Fatel e Gilberto Bernet.

           Nessa reunião e sob a liderança de Gilberto Bernet, nasceu o movimento Ponte de Guaratuba JÁ.

           Não demorou muito para o seu adesivo amarelo e preto ganhar um lugar nos carros dos paranaenses.

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Ponte Urgente


      A insatisfação, os transtornos e a inclusão da Ponte na Baía de Guaratuba na Constituição Estadual pareciam não ser suficientes para o sonho se tornar realidade. Mas, com o desenvolvimento, nasceu uma nova modalidade de comunicação entre as pessoas: a internet. Ela veio para mudar e fazer muita diferença nos movimentos sociais em prol da ponte de Guaratuba.

           No ano de 2010, com a liderança do professor Paulo Santos, nasceu o movimento Ponte Urgente. Como eu gosto de dizer, “Professor é Professor”: o seu movimento iria se unir a outros movimentos, o que faria toda a diferença.

           Convido a conhecer esse importante movimento no site pelo link: https://ponteguaratuba.blogspot.com/

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O Sonho da Ponte de Guaratuba, passa a fazer parte da Constituição do Estado do Paraná

 

           A pressão da sociedade aumenta. A travessia por ferry boat começa a apresentar problemas, ou seja, já não suporta o crescimento populacional e o desenvolvimento da cidade. Com isso, a pressão social chega à capital do Paraná.

           A ponte na baía de Guaratuba ganha um novo capítulo. Em 5 de outubro de 1989, por meio do Artigo 36, o sonho da ponte passa a fazer parte da Constituição do Estado do Paraná.

           O sonho da ponte na baía de Guaratuba não é mais apenas um desejo local, mas ganha também a Câmara dos Deputados, e a pressão pela obra aumenta.

           Constituição do Estado do Paraná

           Art. 36 – O Estado promoverá concorrência pública entre firmas nacionais, internacionais ou grupos de empresas, para a construção de uma ponte sobre a baía de Guaratuba, cujo pagamento será feito com a cobrança de pedágio pelo prazo máximo de quinze anos. (texto original da Constituição do Estado)

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A Espera pela Ponte: Dos Barcos ao Ferry Boat

 

           A vila cresceu, tornou-se cidade e, no mesmo ritmo, aumentou o desejo por uma ponte na baía de Guaratuba.

           No início, a travessia era feita por pequenos barcos. No entanto, com a chegada e o aumento dos veículos automotores, as embarcações deixaram de ser suficientes para atender à população local. Foi assim que, por volta dos anos 1960, surgiu o ferry boat. A solução, que deveria ser provisória, ganhou raízes e estendeu sua história, embora o verdadeiro sonho dos moradores sempre tenha sido a construção da ponte.

           O sistema provisório permaneceu. A cidade, porém, não para de crescer e, consequentemente, multiplicam-se os transtornos para a realização de uma simples travessia de apenas 900 metros.

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Origens e Fundação de Guaratuba, inicio do sonho da Ponte de Guaratuba

           A cidade nasceu no período colonial do Brasil, como parte da estratégia de defesa territorial da Coroa Portuguesa e do povoamento do litoral sul.

           Antes da chegada dos portugueses, a região já era habitada pelos indígenas Carijós. Por isso, o nome "Guaratuba" tem origem tupi e significa "lugar de muitos guarás" ou "ajuntamento de guarás".

           No século XVIII, em 1765, o rei de Portugal, D. José I, assessorado pelo Marquês de Pombal, determinou ao governador da Capitania de São Paulo, Dom Luís Antônio de Souza Botelho Mourão, a fundação de vilas e povoados para garantir a posse das terras e evitar invasões estrangeiras.

           D. Luís encarregou seu primo, o Tenente-Coronel Afonso Botelho de San Payo e Souza, de criar uma povoação na enseada. Cerca de 200 casais de colonos foram convocados para cultivar a terra e demarcar os lotes na região.

           Criada por meio da Portaria de 1770 e consolidada em 29 de abril de 1771, a povoação foi elevada à categoria de vila com o nome de Vila de São Luiz da Marinha de Guaratuba.

           No ato de fundação, foi celebrada uma missa solene pelo padre Bento Gonçalves Cordeiro, acompanhado de outros religiosos. No dia seguinte, 30 de abril de 1771, foi empossada a primeira Câmara de Vereadores.

           Iniciou-se, então, o desenvolvimento da vila, surgindo a necessidade de meios de transporte para o deslocamento das pessoas, em especial rumo à cidade de Paranaguá, começa o desejo da população local pela Ponte de Guaratuba.

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Do Frio de 2013 à Realidade de 2026: A Caminhada Histórica que Exigiu a Ponte de Guaratuba

 

           O que hoje se consolidou como uma das maiores obras de infraestrutura do litoral paranaense começou, na verdade, com os pés no asfalto, sob chuva e muito frio. No dia 20 de junho de 2013, a população de Guaratuba — unindo jovens e adultos em um só coro — escreveu um dos capítulos mais marcantes da história política e social do município: o grande protesto a favor da construção da Ponte na Baía de Guaratuba.

           A mobilização, que nasceu da indignação popular com o isolamento e as promessas antigas, teve início através da iniciativa do Professor Paulo Santos. Rapidamente, o movimento ganhou tração com o apoio de Gilberto Bernet e recebeu o reforço crucial de Alex Fatel, que na época cobrou publicamente da imprensa uma cobertura justa e a devida divulgação dos movimentos sociais legítimos em favor da ponte.

           Mesmo com as condições climáticas adversas daquela tarde de outono, o clima era de determinação. Às 17:00 horas, os manifestantes se concentraram na tradicional Praça Alexandre Mafra. Munidos de cartazes, faixas e palavras de ordem, o grupo iniciou uma caminhada histórica pela Avenida Vinte e Nove de Abril.

           O trajeto seguiu pela Rua José Nicolau Abagge, atraindo a atenção de moradores e comerciantes, e terminou na praça ao lado do Ginásio de Esportes José Richa. No local de encerramento, as lideranças jovens assumiram o microfone, leram um manifesto em prol do desenvolvimento da região e finalizaram o ato pacífico com aplausos e o sentimento de dever cumprido.

           Exatamente 13 anos depois daquele clamor popular, em 2026, a persistência e a coragem daquele "povinho" deixaram de ser apenas uma reivindicação de rua para se tornarem realidade concreta. A Ponte na Baía de Guaratuba, outrora vista por muitos como uma promessa inalcançável, hoje é uma infraestrutura real, transformando o transporte, o turismo e a qualidade de vida da população que, naquele frio de 2013, se recusou a ficar calada.

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Miniatura da Ponte de Guaratuba

           Foi com muita alegria que recebi do amigo Rafael Kargel a minha miniatura da Ponte de Guaratuba, um pequeno pedaço do símbolo de desenvolvimento, agilidade e conforto, pois é isso que a nossa tão sonhada Ponte de Guaratuba representa.

           O meu muito obrigado Rafael pelo presente.

           Quem quiser eternizar esse momento, pode adquirir a sua miniatura da Ponte de Guaratuba através do link abaixo;

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Ponte Travessia de Guaratuba


 

SERÁ!!! O USO POLÍTICO DO TRIBUNAL DE CONTAS

 

 

           Criado em dois de junho de 1947, o tribunal de contas tinha seu papel principal o de fiscalizar as contas do estado junto a Fazenda Estadual.

           Por volta dos 70, o Tribunal de Contas viria a assumir a atribuição de fiscalizar os municípios do Estado, através do Provimento 01/70 trouxe essas regulamentações.

           Então com a criação das Inspetorias de Controle Externo para auditoria e fiscalização orçamentária e financeira dos órgãos da administração direta e indireta do Paraná e das entidades públicas com personalidade jurídica de direito privado pertencentes, exclusiva ou majoritariamente, ao Estado e municípios.

           Como podemos analisar na criação do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, o seu principal papel é o de fiscalizar, não foi criado para servir de interesses políticos ou uso político dessa entidade.

           Mas a indicação política, feitas por políticos contamina e ofusca o principal objetivo dessa importante instituição, é preciso acabar com as indicações políticas em nossos tribunais de contas e no poder judiciário, para assim termos instituições livres e independentes.

           O uso político é ruim, pois pode atrapalhar e atrasar o progresso e o desenvolvimento de atividades que traz enormes benefícios a sociedade.

           A ponte na baía de Guaratuba é uma obra importante para o desenvolvimento local, trazendo uma grande integração entre as cidades do nosso litoral.

           Já é de conhecimento público que Roberto Requião é contra a construção da ponte na baía de Guaratuba, isso podemos constatar pelas suas entrevistas a imprensa, como destaco a reportagem do Correio do Litoral em 26 de setembro de 2014 e na Gazeta do Povo em 25/09/2014 onde Roberto Requião diz “Sou contra obra. Guaratuba tem uma faixa muito estreita de terra e o tráfego pesado de caminhão vai acabar com a cidade. Além disso, o custo de uma obra como essa é muito caro.”, mas a minha maior surpresa foi o fato de seu irmão Maurício Requião tentar barrar a construção da ponta através do TCE-PR – Tribunal de Contas do Estado do Paraná.

           Em 14 de dezembro de 2022 o conselheiro Maurício Requião, através de uma medida cautelar suspendeu a execução do contrato firmado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR) com consórcio de empresas para a construção da Ponte de Guaratuba.

           Em 02 de fevereiro de 2023 o TCE-PR emite uma nota no qual diz “Ponte de Guaratuba: TCE-PR recorrerá de decisão judicial que suspendeu cautelar” o que me assusta não é o fato de Roberto Requião ser contra a construção da ponte, mas o seu irmão Maurício Requião trabalhar contra a construção da ponte usando assim o TCE-PR.

           O TCE-PR tem um papel de extrema importância para a sociedade paranaense, fiscalizando as contas do estado e dos munícipios, trazendo transparência e exigindo dos administradores públicos, responsabilidade com o dinheiro público, por isso quero acreditar na independência do nosso tribunal de contas, acredito muito no servidor concursado, mas coloco minhas dúvidas no servidor que ali ocupa uma vaga através de uma indicação política ou cargo comissionado.

           Vale lembrar que o MP-PR a 14 anos atrás havia solicitado o afastamento de Maurício Requião do TCE-PR, justamente para evitar o uso político dessa importante entidade, mas o STF – Supremo Tribunal Federal que também é formado por indicações políticas deu a Maurício Requião o seu retorno ao TCE-PR.

           Precisamos sem sombra de dúvidas, acabar com a indicação politica e os cargos comissionados, para que nossas entidades fiscalizadoras e do poder judiciário não seja contaminados por pensamentos ou teologias políticas.

 

Curitiba, 04 de fevereiro de 2023.

 

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ALEX FATEL                                                                     N.       001.2023

A reprodução deste material é permitida desde que a fonte seja citada.

 

A construção de uma sociedade justa, deve começar por um cidadão e ser abraçado por todos. Alex Fatel

 

Fonte de pesquisa

 

História do Tribunal

https://www1.tce.pr.gov.br/conteudo/historia-do-tribunal-institucional/5#Anos%2040%20-%20O%20In%C3%ADcio

 

Gazeta do Povo – 25/09/2014 – Ponte de Guaratuba divide candidatos no Pr

https://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/eleicoes/2014/ponte-de-guaratuba-divide-candidatos-no-pr-ee44jlvfyts1iofigzezw3wi6/?ref=busca

 

Correio do Litoral – 26/09/2014 – Ponte de Guaratuba: Gleisi e Richa a favor; Requião contra.

https://www.correiodolitoral.com/3462/geral/ponte-de-guaratuba-gleisi-e-richa-a-favor-requiao-contra/

 

JUSBRASIL – STF manda Maurício Requião deixar cargo no TCE/Uma velha história de nepotismo nas Araucárias

https://mp-pr.jusbrasil.com.br/noticias/901952/stf-manda-mauricio-requiao-deixar-cargo-no-tce-uma-velha-historia-de-nepotismo-nas-araucarias

 

TCEPR – Ponte de Guaratuba: TCE-PR recorrerá de decisão judicial que suspendeu cautelar

https://www1.tce.pr.gov.br/noticias/ponte-de-guaratuba-tce-pr-recorrera-de-decisao-judicial-que-suspendeu-cautelar/10234/N

 

 

PONTE COM PEDÁGIO – QUANDO E QUAL SERIA O VALOR?

 

           Na coluna anterior, falei sobre a construção da ponte e a possível cobrança de pedágio, quando iniciaria essa cobrança? Mas qual seria esse valor?

           Para chegarmos a essas respostas, precisamos estudar os relatórios ELABORAÇÃO DE ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA AMBIENTAL E JURÍDICA – EVTEA COM VISTAS À CONSOLIDAÇÃO E ADEQUADA MODELAGEM DO PROJETO DE IMPLANTAÇÃO, MANUTENÇÃO, OPERAÇÃO E CONCESSÃO DA PONTE DE GUARATUBA E ACESSOS, publicado no DOE – Diário Oficial do Estado do Paraná em 24/05/2018.

 

Quando iniciaria essa cobrança?

 

           A cobrança de pedágio na primeira alternativa teria início a partir do ano de 2029 e na segunda alternativa, iniciaria em 2030, conforme segue abaixo;

 

           Página 106/112 dos estudos de viabilidade

 

4.4 PRAZO DE CONCESSÃO, DATA DE INÍCIO. PRAZO DE CONSTRUÇÃO

 

           Estima-se que prazos para recuperação dos investimentos com retorno adequado sejam, no mínimo, de 25 anos. Foram estudados os prazos de 25 e 30 anos.

           Consta na Constituição do Estado do Paraná, publicada no Diário Oficial nº. 3116, de 05 de outubro de 1989, nos ATOS DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS, em seu artigo 36: “O Estado promoverá concorrência pública entre firmas nacionais, internacionais ou grupos de empresas, para a construção de uma ponte sobre a baía de Guaratuba, cujo pagamento será feito com a cobrança de pedágio pelo prazo máximo de quinze anos.” Então, a constituição prevê a construção da ponte pela concessionaria, e naturalmente de seus acessos, prazo de 3 anos, e a cobrança de pedágio por 15 anos. Esta foi a razão para a inclusão do prazo de concessão de 18 anos no presente estudo.

Como antes exposto, há duas alternativas básicas de concessão. Na primeira a concessionária constrói a ponte, cujo prazo de construção é de três anos. No último ano ela constrói as edificações operacionais, adquire veículos, equipamentos e sistemas e treina pessoal. Foi fixada como data de início da concessão, portanto de início da construção da ponte e acessos, o ano de 2026, ano 1 da concessão, prolongando-se por três anos, até 2028. A cobrança de pedágio ocorre, portanto, a partir de 2029, ano 4.

Na segunda alternativa a concessionária recebe a ponte e acesso concluídos, no início do ano de 2029, ano 1 do período de concessão. A cobrança de pedágio inicia, mais tardar, no ano seguinte, 2030, ano 2. O primeiro ano, ou parte dele, é utilizado para construção de edificações, de aquisição e instalação de sistemas, de aquisição de veículos e equipamentos e de contratação e treinamento de pessoal.

Assim, o prazo disponível para realização de estudos ambientais, do projeto da ponte e acessos e de obtenção do licenciamento ambiental, em caráter definitivo, transitado em julgado, é de 6 anos, 2020-25. Observar que neste período, incluindo o restante do ano de 2019, deve-se efetuar também a aprovação deste EVTEA, a realização de licitações dos estudos ambientais, do projeto e da concessão, além do tempo dedicado ao exame e revisão dos estudos ambientais e do projeto, e de audiências públicas. Estes prazos estão de acordo com documento fornecido pelo DER/PR denominado Ponte de Guaratuba.

 

QUAL SERIA O VALOR?

 

           O valor máximo da tarifa de pedágio seria de R$ 7,10, vale reforçar que o valor foi calculado para março de 2019 e até a sua implantação vai receber reajuste.

 

4.5 NÍVEL DE PREÇOS

 

O nível de preço do orçamento das obras de construção da ponte e acessos e dos custos operacionais do concessionário era, originalmente, o de agosto de 2018, posteriormente atualizado para março de 2019. A tarifa de pedágio do ferryboat em agosto de 2018 era de R$ 6,90 e de R$ 7,10 em março de 2019, por carro de passageiro.

 

4.6 TARIFA. RECEITA. ISENÇÕES

 

Foi fixado, como valor máximo da tarifa de pedágio, R$ 7,10. A receita do concessionário provém, basicamente, da cobrança de pedágio, que pode eventualmente explorar outras fontes, algumas mencionadas anteriormente. O concessionário também pode aplicar seus saldos de caixa quando houver disponibilidade. Foi estipulada uma receita financeira adicional de 1% sobre a receita do pedágio. A venda de equipamentos, veículos e sistemas substituídos constitui, também, uma fonte adicional de receita, chamada aqui de receita extraordinária. Foi admitido um valor de venda de 20% do valor de aquisição.

Uma parte do tráfego de veículos que hoje utiliza o ferryboat é isento de pagamento, por atender determinadas condições incluídas no contrato de concessão do ferryboat, como o de ser morador de Guaratuba e ter o seu veículo registrado em Guaratuba, situação que deve se manter com a ponte, conforme esclareceu o DER/PR. Os dados de tráfego e de receita do ferryboat relativos a 2017 permitiram estimar a perda de receita, ou o valor que os veículos isentos deixam de pagar. Na situação atual a perda de receita é da ordem de 15%. Por outro lado, a construção da ponte deve atrair tráfego de outras rotas e, mesmo, gerar tráfego. Considerando que essas categorias de tráfego devam ser compostas de veículos não isentos, em sua maior parte, a perda de receita diminui porcentualmente, alcançando aproximadamente 9%. Utilizou-se 10%.

 

           No dia 12/10 com o apoio da Joanita, realizamos o evento FAÇA UMA PONTE PRA CRIANÇA SORRIR – DIA DAS CRIANÇAS, onde através da FATEL Contabilidade, Alex Fatel e sorveteria +Q ALEGRIA, fizemos a doação de 450 sorvetes, as fotos se encontra nesse link https://www.facebook.com/photo?fbid=546585434134990&set=pcb.546585527468314

 

Curitiba, 22 de outubro de 2022.

 

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ALEX FATEL                                                                     N.       15.2022

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A construção de uma sociedade justa, deve começar por um cidadão e ser abraçado por todos. Alex Fatel


 

PONTE COM PEDÁGIO

 

           Ainda não temos certeza, mas analisando a “Elaboração de estudo de viabilidade técnica, ambiental e jurídica – EVTEA com vistas à consolidação e adequada modelagem do projeto de implantação, manutenção, operação e concessão da ponte de Guaratuba e acessos” apresentado em dezembro de 2019, o qual foi elaborado pela empresa Engemin – Engenharia e Geologia Ltda, constatamos a partir da página 73 no item 3.4.11.1 a implantação de praça de pedágio, o que me chamou a atenção, foi a partir da página 83 no item 3.4.11.16 – Custos Anuais para Operação Rodoviária o qual descrevo abaixo;

 

           3.4.11.16 Custos Anuais para Operação Rodoviária

                       Nas planilhas a seguir são apresentados os custos anuais para operação rodoviária, considerando o Ano 1 até o Ano 30, data base de agosto 2018. Porém, para fins de estudos de viabilidade os custos operacionais foram atualizados para março de 2019.

 

           É de se perguntar, será que precisamos de fato colocar pedágio em tudo que o governo constrói, será que já não pagamos impostos demais, não está na hora do governo rever seus gastos e fazer uma reforma administrativa baixando suas despesas, para que possa fazer uma reforma tributária com redução de impostos, já que tudo está virando “pedágio”.

           Não me resta dúvida que a ponte é necessária, isso não temos dúvida, afinal, a ponte vai trazer enormes benefícios ao litoral e principalmente as cidades de Matinhos e Guaratuba, mas precisamos discutir com a sociedade e a população a real necessidade da cobrança de pedágio.

Curitiba, 08 de outubro de 2022.

 

           Iremos realizar no dia 12/10 o nosso evento FAÇA UMA PONTE PRA CRIANÇA SORRIR – DIA DAS CRIANÇAS entra no link https://www.alexfatel.com/atividadessociais e veja como contribuir com essa atividade social.

 

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ALEX FATEL                                                                     N.       14.2022

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A construção de uma sociedade justa, deve começar por um cidadão e ser abraçado por toda a sociedade. Alex Fatel

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5 anos e nada da Ponte


Há cinco anos, Guaratuba realizava seu maior protesto em prol de um objetivo, a manifestação ocorrida em 07/09/2013 foi o maior protesto já realizado na cidade.

Nesse dia, Guaratuba dava a maior prova que a ponte na baía de Guaratuba não é o desejo de apenas de alguns, mas sim de toda a cidade, tamanho foi o protesto que a notícia se espalhou pelo Litoral, pelo Paraná e pelo Brasil.

Não podíamos deixar esse dia passar em branco, sem ser lembrado, pois a cidade está cada vez mais desenvolvida e a construção da ponte é uma necessidade cada vez maior.

Devo lembrar que esse não foi apenas o único protesto: ocorreram vários em 2013 e em todos se pedia a construção da ponte.

Quero parabenizar a todos que estiveram nessa luta, dizer que a luta pela ponte na baía de Guaratuba ainda não terminou e seguimos o caminho em busca de sua construção.


Para relembrar: https://globoplay.globo.com/v/2810148/

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Coluna publicada no jornal Correio do Litoral em 07/09/2018 - https://www.correiodolitoral.com/15612/noticias/5-anos-e-nada-da-ponte/

Ponte sobre pilares

Vou explicar como são feitos os pilares para a construção de uma ponte sobre o mar.

Por se tratar de uma ponte pequena nos termos técnicos da engenharia, a ponte de Guaratuba poderia ser construída com a sustentação de dois pilares.

Então como seria construída? Com dois tipos básicos de alicerces: tubulões ou caixões. Os primeiros são tubos metálicos, com até 3 metros de diâmetro, cuja ponta é encravada no fundo do mar. Depois, a água do interior é bombeada para fora. Um sistema de ar comprimido mantém o interior seco para permitir que se escave por ali a base na qual se assenta o tubo. À medida que a escavação prossegue, o tubo vai penetrando no solo. Em determinado ponto, a base é alargada para sustentar melhor o alicerce. Aí então, o tubulão é enchido com concreto e sobre ele se constrói um bloco, também de concreto, que servirá de base para os pilares de sustentação da parte plana da ponte – o chamado tabuleiro. Já os caixões são estruturas de aço ou concreto armado, dentro das quais o terreno é escavado e os pilares, edificados como se faz com os tubulões.

Geralmente, essas pontes são construídas em locais próximos ao continente, onde a profundidade da água varia em torno de 50 metros.

A arte da fundação submersa

Técnica especial utiliza imensos moldes de metal para abrigar o concreto
1.Uma estrutura de metal é enterrada no leito do mar ou do rio. O interior é mantido seco graças a um sistema de pressurização
2.Depois que os operários alcançam a camada rochosa, o interior do tubo é preenchido com o concreto que irá formar o pilar.
3.A estrutura de metal pode ser aproveitada no pilar. Mas, em alguns casos, ela é retirada quando a construção é concluída.


Fonte de pesquisa:
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-sao-feitos-os-pilares-de-pontes-construidas-sobre-o-mar


ABAIXO ASSINADO https://secure.avaaz.org/community_petitions/po/PONTE_DE_GUARATUBA_JA/

ALEX FATEL
Twitter: @alexfatel
alexfatel@hotmail.com
(43) 99902-5735
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Coluna publica no jornal Correio do Litoral em 17/11/2014 - https://www.correiodolitoral.com/3720/noticias/op-ed/ponte-sobre-pilares/


DIÁRIO PONTE TRAVESSIA DE GUARATUBA

08/12/2012 - Hoje foi um dia marcante. Conseguimos reunir grandes lideranças de Guaratuba em torno de uma causa nobre. Estiveram presentes o amigo Gilberto Bernet, os jornalistas Saintclair e Gustavo Aquino, o médico Dr. Ruy Macedo, o político Algaci Tulio e, para meu orgulho, o meu filho Mateus Fatel. Unimos forças com o objetivo claro de criar um grupo forte em prol da ponte na Baía de Guaratuba. Este foi o nosso primeiro encontro oficial de lideranças, o ponto de partida de algo muito importante


20/06/2013 - Que dia histórico! Eu ainda estou processando tudo o que aconteceu hoje. Empacotados pela energia contagiante das manifestações que estão tomando conta de todo o Brasil, eu e o Gilberto Bernet decidimos que não podíamos mais ficar de braços cruzados.

Com o apoio em peso da juventude — que mostrou uma força inacreditável —, nós fomos para a rua. E olha que o clima tentou sabotar: caiu uma chuva daquelas e o frio estava de congelar, mas nem isso foi capaz de desanimar a galera.

Debaixo de temporal mesmo, nós realizamos o primeiro protesto em favor da ponte de Guaratuba! Ver todo mundo unido por essa causa, gritando e resistindo ao tempo feio, me deu uma descarga de adrenalina sem tamanho. Que orgulho desse pessoal e do que começamos hoje. Sinto que esse é só o começo de algo gigante.

Agora vou tentar me aquecer, porque o corpo está exausto, mas a alma está renovada! Já são 23 horas e preciso retornar a Curitiba para distribuir as imagens para a imprensa da capital.


21/06/2013 - Hoje o dia foi difícil. Acompanhando a imprensa da capital, veio aquela decepção amarga. Praticamente todos os veículos divulgaram que o nosso protesto foi a favor da balsa, sendo que a nossa luta real sempre foi por melhorias na travessia de Guaratuba. Em nenhum momento eles mencionaram a nossa verdadeira causa: a construção da Ponte de Guaratuba. Que distorção frustrante!

Chateado com a situação, decidi não ficar de braços cruzados. Fui até o jornalista Wilson Soller, da RPC, e fiz um desabafo sincero. Felizmente, ele me ouviu e foi super receptivo. Ele me pediu para organizarmos um novo protesto e garantiu que, se enviarmos as imagens diretamente a ele, teremos o espaço correto.

Amanhã o trabalho continua. Não vamos deixar abafar a nossa voz.


22/06/2013 -       Hoje o dia foi de bastante movimento e articulação política. Conversando com as nossas lideranças — o Gilberto Bernet e o Oliveira, vereador de Guaratuba —, tomamos uma decisão importante: marcamos um novo protesto.

Dessa vez, o ato será realizado no dia 24 de junho, às 18h, bem em frente à Câmara Municipal de Guaratuba.

Confesso que bate aquele frio na barriga porque o tempo é curto e temos muito o que organizar, mas, mais uma vez, renovo as minhas esperanças. Essa é a luta pela tão sonhada ponte de Guaratuba, uma causa que não podemos abandonar. No final, tenho fé de que tudo dará certo.


24/06/2013 - Mesmo com o prazo curto, conseguimos mobilizar a sociedade de Guaratuba. Mais uma vez, os nossos jovens fizeram a diferença! Eles ouviram o nosso apelo e, mesmo debaixo de chuva e frio, marcaram presença e lotaram a Câmara Municipal.

A grande decepção da noite veio do deputado Nelson Justus. Ele tentou amenizar os protestos e chegou ao ponto de chamar os manifestantes de "povinho sem ter o que fazer". Uma total falta de respeito...

Mas quer saber? O que realmente importa é que nós fizemos a nossa parte. Saio de cabeça erguida.


07/09/2013 - Que dia intenso... Com o apoio incrível da população de Guaratuba, eu, o Gilberto Bernet e o Paulo Santos conseguimos colocar de pé o maior protesto a favor da nossa ponte. A energia da rua foi indescritível! Mas o soco no estômago veio depois. O que eram só ameaças, agora virou realidade: o Estado, através do DER-PR, abriu um processo contra a gente. É inacreditável como tentar fazer a coisa certa incomoda quem está no poder. Dormir com essa cabeça hoje vai ser difícil, mas não me arrependo de ter liderado isso.

RAPIDEZ - Ponte Travessia de Guaratuba

SEGURANÇA - Ponte Travessia de Guaratuba

DESENVOLVIMENTO - Ponte Travessia de Guaratuba, já.

 MOBILIDADE URBANA - Ponte de Guaratuba JÁ

 
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PONTE

Obra construída para estabelecer comunicação entre dois pontos separados por um curso de água ou qualquer depressão do terreno.

PONTE SIM, PEDÁGIO NÃO

O governo do estado do Paraná arrecada por ano, aproximadamente 4 bilhões de IPVA, será que para construir a ponte, precisa de pedágio? E tenho certeza que não.

Brasil
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